Ela perdeu os pais num acidente no começo do ano, e agora pode perder a própria vida.
Letícia é uma garotinha de apenas 3 anos que mora em Goiânia, Goiás.
No começo do ano, ela perdeu pai e mãe vítimas de um acidente de trânsito na GO-174, que liga Rio Verde a Motividu.
Mãe e pai vieram a óbito após um motorista bêbado entrar na contramão, tendo somente Letícia sobrevivido.
https://www.opopular.com.br/cidades/casal-morre-apos-acidente-com-motorista-bebado
A partir daí, ela passou a ser criada pelo avô, Jorge Luiz, que também reside em Goiânia.
Há poucos meses atrás, Letícia saiu vitoriosa de outra batalha pela vida.
Ela venceu um câncer super agressivo, o neuroblastoma, um tipo de câncer que afeta principalmente crianças pequenas.
Sua família pensou que ela estava curada, e todos estavam felizes por isso.
Foi uma batalha brutal.
A radioterapia parecia um monstro invisível que sugava toda sua energia.
Ela perdeu os cachinhos dourados que adorava pentear enquanto cantava com o avô.
Cada sessão de tratamento fazia ela se sentir mais exausta e com dor, mas ela lutou.
Lutou com o coração de uma pequena gigante.
Quando os médicos disseram que o câncer havia desaparecido, todos comemoraram.
Foi um milagre.
Mas o milagre durou pouco.
Algumas semanas depois, Letícia começou a tossir.
No início, era leve, quase imperceptível.
Mas rapidamente evoluiu.
Agora, ela acorda à noite, lutando para puxar o ar.
Seu pequeno peito sobe e desce com esforço, como se cada respiração fosse uma batalha perdida.
Ela perguntou chorando uma certa noite, enquanto apertava o travesseiro contra o peito.
Como explicar para uma criança que o tratamento que salvou sua vida dela, também deixou um inimigo dentro do seu pulmão?
Os médicos confirmaram o pior: a radiação usada para tratar o primeiro câncer também causou mutações genéticas.
Um tumor maligno está agora alojado no pulmão esquerdo da Letícia.
Ele pressiona seus pulmões, dificultando que o oxigênio chegue ao seu corpo.
Cada suspiro é um esforço, cada passo que tenta dar é acompanhado de cansaço extremo.
Letícia já não consegue brincar como antes.
Ela observa as outras crianças pela janela do hospital, segurando seu ursinho de pelúcia com força.
O brilho nos olhos dela ainda está lá, mas agora é mais fraco, como uma chama prestes a apagar.
A única esperança de Letícia é uma cirurgia urgente para remover o tumor antes que ele se espalhe ainda mais.
Mas o custo…
O custo é devastador.
A cirurgia de remoção do tumor mais as sessões de quimioterapia ficarão em torno de R$240 mil reais…
A Vaquinha de Letícia conseguiu arrecadar um total de R$55 mil reais…
Mas ainda falta uma parte do valor.
A família já vendeu tudo o que podia.
O avô, um trabalhador incansável de 72 anos, está de mãos atadas, assistindo a saúde da neta se esvair como areia entre os dedos.
E aqui estamos.
Não há mais tempo para esperar.
A cada dia que passa, LetíciaNunca foi tão fácil decidir entre o que é certo e o que é passageiro…
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